terça-feira, 13 de agosto de 2013

SOCIOLOCIA

Alunos:  GILCLEYBSON JOSE 
                YONARA FIDELLIS     

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL


Argumentos  Contra


A redução da maioridade penal não é uma saída para resolver o problema da violência juvenil. A gente entende que o medo da população em relação à sua própria segurança urbana exista, mas é notório - e os números confirmam isso - que os delitos cometidos por adolescentes correspondem a menos de 10% do total de crimes cometidos no País e não constituem o foco de criminalidade no Brasil.

Se analisarmos o perfil do adolescente infrator, veremos que os delitos graves são em sua maioria contra o patrimônio, o que não justifica a privação de liberdade desse jovem. Há de se lembrar que dificilmente um adulto cumpre pena em se tratando de danos contra o patrimônio.


Se formos analisar pelo lado da reincidência do adolescente infrator, veremos que ela triplica quando um jovem é mandado para o sistema penal comparado àquele que vai para um programa socioeducativo.

O que observamos, na verdade, é que muitas vezes a sociedade e a mídia jogam com a desinformação da população sobre esses dados, o que termina incorrendo no erro de tomar decisões equivocadas em relação ao adolescente infrator.

É preciso enxergar o adolescente exatamente como ele é, com sua visão de mundo e percepção diferentes das do adulto. O tempo, por exemplo, é encarado de forma diferente pelo adolescente. Três meses, para um adulto, é quase nada, para o adolescente, é uma eternidade. Então, só o fato de privar um adolescente da liberdade por até 3 anos de internação já é um grande castigo.


Outro ponto a se considerar é a visão que a sociedade tem da adolescência quando se trata das diferentes classes sociais. Para a classe média, o filho com mais de 18 anos é ainda uma criança, mas, quando o problema atinge as classes menos favorecidas, um jovem de 16 anos já deve ser responsabilizado por seus atos como se adulto fora. É um raciocínio estranho esse da sociedade.


Vemos atualmente, famílias com filhos de 30 anos ainda morando na casa dos pais e agindo como adolescentes. Nas elites, aceitamos o prolongamento da adolescência; no entanto, para os pobres há um movimento contrário, pois ao defender a redução da maioridade o que se propõe é o encurtamento da adolescência na periferia.

A situação dos adolescentes em conflito com a lei é hoje amplamente discutida no Congresso Nacional. A redução da maioridade penal está posta no Senado Federal, em processo de votação em Plenário. A matéria já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e já teve sua primeira rodada de votação em 1º de julho, com um placar muito apertado.

Aguardamos agora a segunda votação no plenário da Casa e a nossa expectativa é de que não será alcançada a proporção dos 2/3. Já sabemos que, no interior de alguns partidos contamos com divergências e o governo e o PSDB já se declararam contra o rebaixamento da maioridade penal.

Já, na Câmara dos Deputados, há um conjunto de Projetos de Leis (PLs), com relatoria única que propõe o aumento do tempo de internação de um adolescente em conflito com a lei, o que também não é uma saída pois se os programas de atendimento não forem efetivos podemos aumentar para até 20 anos de internação e isto não mudará o horizonte desses adolescentes.


Por isso, o Conanda e o Executivo Federal encaminharam à Câmara o Projeto de Lei no 1.627/2007 que institui o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) que deve, a curto prazo, ampliar e qualificar as ações dirigidas ao adolescente em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto e meio fechado. Essa é a aposta que fazemos e que está em discussão em todo País neste ano, como um dos temas centrais da Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, a ser realizada em dezembro, em Brasília.

*Carmen Silveira de Oliveira Subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Psicóloga, Doutora em Psicologia Clinica (PUC-SP).


Argumentos A favor

A impunidade é a mola propulsora da violência, seja ela decorrente da brandura de nossas penas, da morosidade da Justiça assoberbada pela quantidade de processos e da infinidade de recursos interpostos sobre suas decisões ou da autorização branca dada aos menores para a realização de crimes.

As pessoas têm que assumir a responsabilidade por seus atos, sejam elas maiores de idade ou não.

A argumentação de que não podemos condenar os jovens à prisão porque eles não têm acesso à educação e lazer é falsa e extremamente preconceituosa. Ela embute em si a idéia de que todos os jovens pobres e carentes são criminosos. Isso é uma injustiça sem tamanho, haja vista que a maioria esmagadora dos jovens (pobres ou ricos, carentes ou não) é composta por pessoas de bem. E mais, eles procuram tornar-se adultos de bem, capazes de constituir e manter família.

Não é justo uma pessoa ter direito de tirar a vida de outra e não ser punida por isso, com o argumento de que é menor de idade e não sabe o que está fazendo.

Pior, muitas vezes reincidindo no crime!!!

A legislação atual, sob o argumento de proteger o menor, leva ao seu recrutamento para o crime por conta de sua quase inimputabilidade.

Ou seja, a legislação que deveria defender o menor, ajudá-lo a tornar-se um adulto de bem, faz exatamente o contrário, coloca-o à mercê da rede do crime, para servi-la cometendo crimes ou até mesmo assumindo a autoria de crimes que não cometeu.

Existe também o argumento de que a redução, ou eliminação, da maioridade penal viria prejudicar o menor pobre. Novamente, puro preconceito.

A maioria esmagadora dos menores pobres, e ricos também, é boa e não está ligada ao crime. Na verdade, os menores pobres e carentes seriam os maiores beneficiados pela medida, uma vez que são eles as maiores vítimas dos menores bandidos, por não terem outra opção de moradia que não seja as regiões mais violentas.

Não é justo que paguemos com a vida de nossos filhos uma proteção descabida a pessoas do mal.Sem dúvidas, cabe ao Estado dar educação, saúde, lazer e segurança aos cidadãos, mas a falta do Estado não pode dar o direito às pessoas de matarem umas às outras. Se assim fosse, seria a barbárie.

Temos, sim, que cobrar cada vez mais as políticas públicas do Estado, mas não podemos permitir que sua falta seja uma autorização à barbárie, muito menos permitir que seja uma falsa sinalização ao menor de que ele pode tudo.

Nossa principal obrigação é formar pessoas de bem e não, sob o pretexto de estarmos defendendo o menor, formar um contingente cada vez maior de futuros presidiários.

Toda vez que se fala em redução, ou eliminação da maioridade penal, aparece o argumento de que não podemos tomar decisão tão importante em momentos de comoção social.

Ora, quantas vezes já se falou isso e, depois, nada foi feito? Quantos momentos de comoção social já tivemos e nada foi feito? Será esse mais um argumento utilizado para não se fazer nada?

Providencias sérias já! Vamos proteger os menores de bem! Não vamos deixar que a proteção aos menores criminosos venha contra a segurança e a vida dos menores de bem!


*André Luís Peixoto Leal Pai de João Cláudio Cardoso Leal, jovem espancado até a morte à saída de uma boate em 09/08/2000. Diretor Administrativo Financeiro do Convive Comitê Nacional de Vítimas da Violência.

INGLÊS

ALUNOS: DARLYSSON VELOSO
                 ESTÊVÃO CALDAS
                 JAQUELINE KARINE
                    INGLÊS - Discurso direto e indireto - Reported Speech


  • Há duas formas de se relatar o que alguém disse:
a) Pelo discurso direto (direct speech): quando repetimos o que foi dito usando as mesmas palavras da pessoa.
Exemplo: He said:”I fell well”. (Ele disse: “Eu me sinto bem”.)
b) pelo discurso indireto (indirect speech): quando contamos com nossas próprias palavras o que foi dito.
Exemplo: He said that he felt well. (Ele disse que se sentia bem).
Ao relatar o que alguém disse, de forma indireta, precisamos modificar o tempo verbal, o advérbio e, às vezes, o pronome.
Veja as mudanças mais freqüentes:
Há duas formas de se relatar o que alguém disse:
a) Pelo discurso direto (direct speech): quando repetimos o que foi dito usando as mesmas palavras da pessoa.
Exemplo: He said:”I fell well”. (Ele disse: “Eu me sinto bem”.)
b) pelo discurso indireto (indirect speech): quando contamos com nossas próprias palavras o que foi dito.
Exemplo: He said that he felt well. (Ele disse que se sentia bem).
Ao relatar o que alguém disse, de forma indireta, precisamos modificar o tempo verbal, o advérbio e, às vezes, o pronome.
Veja as mudanças mais freqüentes:
Direct speech
Indirect speech
He said
He said (that)*
“She works with me”.
She worked with him.
(Simple present)
(Simple past)
“She is working with me”.
She was working with him.
(Simple past)
(Past perfect)
“She was working with me”
She had been working with him.
Outras modificações que devem ser feitas do discurso direto para o indireto são nas seguintes palavras:
Today
That day
Yesturday
The day before
Last nigth
The nigth before
Now
Then
Here
There

Quando se relata uma ordem, usa-se o infinitivo.
Exemplo:
Direct Speech: He said: “Close the door”. (Ele me disse: “Feche a porta”.)
Quando se relata uma ordem, usa-se o infinitivo.
Exemplo:
Direct Speech: He said: “Close the door”. (Ele me disse: “Feche a porta”.)
Reported Speech: He told me to close the door. (Ele me disse para fechar a porta.)
Direct Speech: He said: “Don’t close the door”. (Ele me disse: “Não feche a porta”.)
Reported Speech: He told me not to close the door. (Ele me disse para não fechar a porta.) 

Quando se relata uma pergunta, coloca-se a frase na forma afirmativa fazendo as devidas transformações.
Exemplos:
She said: Where is Bill? – She asked where Bill was.
He said: “Is Mary here?” – He asked if Mary was there.

Should, Could, Must, Might e Would não mudam de forma.
Exemplo: She said: -“I could go”. She said that she could go.

Say é usado sem objeto indireto ou com objeto indireto precedido de to.
No discurso indireto, tell é usado com objeto indireto precedido de to.
Exemplos:
Bill said: ”I love Ann”. (Bill disse: “Eu amo Ana”.)


LITERATURA


Alunas: Jenifher Coelho
                Regina Galeno

Graciliano e suas “vidas secas”
A luta pela sobrevivência
CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA
Os abalos sofridos pelo povo brasileiro em torno dos acontecimentos de 1930, a crise econômica provocada pela quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, a crise cafeeira, a Revolução de 1930, o acelerado declínio do nordeste condicionaram um novo estilo ficcional, notadamente mais adulto, mais amadurecido, mais moderno que se marcaria pela rudeza, por uma linguagem mais brasileira, por um enfoque direto dos fatos, por uma retomada do naturalismo, principalmente no plano da narrativa documental, temos também o romance nordestino, liberdade temática e rigor estilístico.
Os romancistas de 30 caracterizavam-se por adotarem visão crítica das relações sociais, regionalismo ressaltando o homem hostilizado pelo ambiente, pela terra, cidade, o homem devorado pelos problemas que o meio lhe impõe.
O AUTOR
Graciliano Ramos (1892-1953) nasceu em Quebrangulo, Alagoas. Estudou em Maceió, mas não cursou nenhuma faculdade. Após breve estada no Rio de Janeiro como revisor dos jornais "Correio da Manhã e A Tarde", passou a fazer jornalismo e política elegendo-se prefeito em 1927.
Foi preso em 1936 sob acusação de comunista e nesta fase escreveu "Memórias do Cárcere", um sério depoimento sobre a realidade brasileira. Depois do cárcere morou no Rio de Janeiro. Em 1945, integrou-se no Partido Comunista Brasileiro.
Graciliano estreou em 1933 com "Caetés", mas é SãoBernado, verdadeira obra prima da literatura brasileira. Depois vieram "Angustia" (1936) e Vidas Secas (1938) inspirando-se em Machado de Assis.
A OBRA
Vidas Secas é um romance de Graciliano Ramos, escrito entre 1937 e 1938, publicado originalmente em 1938. O livro, narrado em terceira pessoa, aborda uma família de retirantes do sertão brasileiro, sendo a sua vida sub-humana condicionada diante de problemas sociais como a seca, a pobreza, e a fome, e, consecutivamente, no caleidoscópio de sentimentos e emoções que essa sua condição lhe obriga a viver, ao procurar meios de sobrevivência, criando, assim, uma ligação ainda muito forte com a situação social do Brasil hoje.
A obra de Graciliano pode ser considerada um marco para a literatura brasileira, em especial o Modernismo Brasileiro, visto que há a implícita (e, em alguns casos, até explícita) crítica social a toda pobreza no sertão nordestino, que atinge uma boa parcela da população, e que, de fato, acaba por prejudicar todo o país, impedindo maiores desenvolvimentos. Há a tentativa, portanto, de se mostrar a desarticulação dessa região com o resto do país (um Brasil pobre dentro de todo o Brasil).
O livro consegue desde o título mostrar a desumanização que a seca promove nos personagens, cuja expressão verbal é tão estéril quanto o solo castigado da região. A miséria causada pela seca, como elemento natural, soma-se à miséria imposta pela influência social, representada pela exploração dos ricos proprietários da região.
Vidas Secas é um romance cíclico. São 13 capítulos independentes. Inicia-se com uma mudança e termina com a fuga. Esta família vaga pela caatinga tentando chegar a algum lugar, mas podem estar perdidos, andando em círculo.

ESTUDO DOS PERSONAGENS

Baleia - cadela da família, tratado como gente, muito querido pelas crianças.
Sinhá Vitória - mulher de Fabiano, sofrida, mãe de 2 filhos, lutadora e inconformada com a miséria em que vivem, trabalha muito na vida.
Fabiano - nordestino pobre, ignorante que desesperadamente procura trabalho, bebe muito e perde dinheiro no jogo.
Filhos - crianças pobres sofridas e que não tem noção da própria miséria que vivem.
Patrão - contratou Fabiano para trabalhar em sua fazenda, era desonesto e explorava os empregados.

ANÁLISE DAS IDÉIAS

Comentário Crítico:
Esse livro retrata fielmente a realidade brasileira não só da época em que o livro foi escrito, mas como nos dias de hoje tais como injustiça social, miséria, fome, desigualdade, seca, o que nos remete a ideia de que o homem se animalizou sob condições sub-humanas de sobrevivência.

RESUMO DA OBRA

Mudança
Em meio à paisagem hostil do sertão nordestino, quatro pessoas e uma cachorrinha se arrastam numa peregrinação silenciosa _ _ . O menino mais velho, exausto da caminhada sem fim, deita-se no chão, incapaz de prosseguir, o que irrita Fabiano, seu pai, que lhe  dá estocadas com a faca no intuito de fazê-lo levantar. Compadecido da situação do pequeno, o pai toma-o nos braços e carrega-o, tornando a viagem ainda mais modorrenta _ .
A cadela Baleia acompanha o grupo de humanos agora sem a companhia do outro animal da família, um papagaio, que fora sacrificado na véspera a fim de aplacar a fome que se abatia sobre aquelas pessoas. Na verdade, era um papagaio estranho, que pouco falava, talvez porque convivesse com gente que também falava pouco _ _ .
Errando por caminhos incertos, Fabiano e família encontram uma fazenda completamente abandonada. Surge a intenção de se fixar por ali. Baleia aparece com um preá entre os dentes, causando grande alegria aos seus donos. Haveria comida. Descendo ao bebedouro dos animais, em meio à lama, Fabiano consegue água. Há uma alegria em seu coração, novos ventos parecem soprar para a sua família. Pensa em Seu Tomás da bolandeira.  Pensa na mulher e nos filhos.
A inesperada caça é preparada, o que garante um rápido momento de felicidade ao grupo. No céu, já escuro, uma nuvem - sempre um sinal de esperança. Fabiano deseja estabelecer-se naquela fazenda. Será o dono dela. A vida melhorará para todos _ .

PROBLEMAS COM A SECA NO NORDESTE
-Dificuldade no desenvolvimento da agricultura e do gado (falta de recursos econômicos)
-Falta de recursos econômicos gera fome e miséria
A seca, além de ser um problema climático, é uma situação que gera dificuldades sociais para as pessoas que habitam a região. Com a falta de água, torna-se difícil o desenvolvimento da agricultura e a criação de animais. Desta forma, a seca provoca a falta de recursos econômicos, gerando fome e miséria no sertão nordestino. Muitas vezes, as pessoas precisam andar durante horas, sob Sol e calor forte, para pegar água, muitas vezes suja e contaminada. Com uma alimentação precária e consumo de água de péssima qualidade, os habitantes do sertão nordestino acabam vítimas de muitas doenças.
O desemprego nesta região também é muito elevado, provocando o êxodo rural (saída das pessoas do campo em direção as cidades). Muitas habitantes fogem da seca em busca de melhores condições de vida nas cidades.
Estas regiões ficam na dependência de ações públicas assistencialistas que nem sempre funcionam e, mesmo quando funcionam, não gera condições para um desenvolvimento sustentável da região.
A seca que atingiu o nordeste no começo de 2012 foi a pior dos últimos 30 anos. A região mais afetada foi o semiárido nordestino, principalmente do estado da Bahia. Neste estado, cerca de 230 municípios foram atingidos. Municípios de Alagoas e Piauí também sofreram com a falta de chuvas. A seca trouxe muito prejuízo para as principais fontes de renda da região: pecuária e agricultura de milho e feijão. 
AÇÕES PARA DIMINUIR O IMPACTO DA SECA
Construções de cisternas, açudes e barragens;
Investimentos em infraestrutura na região;
Distribuição de água através de carros-pipa em épocas de estiagem (situações de emergência);
Incentivo público à agricultura adaptada ao clima e solo da região, com sistemas de irrigação.
Transposição do São Francisco.








Situação do mundo
O mundo estava em conflito. Tínhamos acabado de sair da primeira grande guerra que abalou o mundo inteiro. A fome e a miséria tomaram conta de muitas nações, inclusive de soldados que estavam em combate; estes viviam em condições precárias, passavam fome e sede. Para completar esse caos, em 1929 houve a quebra da Bolsa de valores de Nova Iorque provocada pela crise de produção (produzia-se muito e consumia-se pouco). Com essa quebra os Estados Unidos deixaram de produzir e exportar seus produtos, agravando ainda mais o quadro econômico do mundo todo.
A crise de 29 produziu efeitos devastadores no mundo criando o caldo de cultura em que se desenvolveria o totalitarismo (partidos de esquerda) em muitos países.
No século 19 a maioria dos países viviam o Liberalismo, onde o Estado só criava regras para organizar a sociedade. Porém, no início do séc. 20 o desequilíbrio socioeconômico provocado pela guerra levaram muitos países a repensar sua posição política; e é nesse contexto que surge o totalitarismo com repressão e violência política (Facismo e Nazismo).
Nesse período, a temática do mundo era a fome.
Toda essa situação acaba desencadeando a segunda guerra mundial que tem um fim trágico com a explosão da bomba atômica nas duas cidades japonesas, Hiroshima e Nagasaki, provocando a morte de milhares de pessoas, além se proliferar doenças degenerativas.
No Brasil, todos esses problemas foram refletidos e estávamos passando pela época que ficou conhecida como “Era Vargas”. Foi um período de censura e repressão política em meio ao caos da crise das oligarquias.
A segunda geração modernista
A segunda geração modernista se inicia em 1930 na “Era Vargas”. Esse período significou uma conciliação entre setores agrários e setores urbanos, provocados pelos movimentos militares (tenentismo e coluna prestes, defendiam reformas como o voto secreto, centralização do poder, ensino primário e profissional obrigatórios), pela crise política das Oligarquias e pela crise de 1929 com a quebra da Bolsa de valores em Nova Iorque.
Do ponto de vista dos significados de conteúdos, vemos a preocupação nacionalista na medida em que o Brasil passou a ser visto não “em si”, mas no contexto universal do sistema capitalista que faz parte.
Construção e dimensão universalista são os elementos fundamentais da nossa segunda geração modernista, cujo poeta e obra que destacamos vamos apresentá-los.